Governador assina ordem de serviço para reforma do gramado do Amigão

Segundo o governador, o serviço de infraestrutura dará ao local um tapete próprio dos melhores estádios do mundo

Futebol | Em 13/09/17 às 16h21, atualizado em 13/09/17 às 17h28 | Por Wênia Bandeira, do Jornal Correio da Paraíba
Chico Martins, do Jornal Correio da Paraíba
Ricardo Coutinho assina ordem de serviço para o Estádio O Amigão

O Estádio Ernani Sátyro, O Amigão, receberá um novo gramado, com programa de irrigação e drenagem de Padrão Fifa. A ordem de licitação foi assinada ontem pelo governador Ricardo Coutinho, e tem um investimento previsto de R$ 1,9 milhão. A obra terá duração de quatro meses e pode não ficar pronta a tempo do início do Campeonato Paraibano, em janeiro.

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Segundo o governador, o serviço de infraestrutura dará ao local um tapete próprio dos melhores estádios do mundo. Ele lembrou que foi feita uma reforma, também no Estádio José Américo de Almeida, O Almeidão, em João Pessoa, com um custo de R$ 50 milhões, quando o gramado foi deixado como estava.

“Mas chegou a um ponto que realmente estava deteriorado, então na próxima temporada o Amigão vai ter um novo gramado. O mais moderno que exista pelo Brasil e pelo mundo estará em Campina Grande”, declarou.

Serão colocadas, além da grama, a drenagem e a irrigação subterrânea. A reforma deverá ser encerrada em fevereiro, já que será um mês de prazo para que empresas se candidatem à licitação e mais quatro meses de obra.

“Se no início do Campeonato Paraibano, estiver com a finalização da obra, se pode fazer uma tabela que favoreça que os times de Campina Grande joguem fora e depois compensem aqui. É o tempo que precisamos porque isso aqui vai ser para sempre”, acrescentou.

Após o investimento feito nas estruturas do Amigão e do Almeidão, Ricardo Coutinho contou que não tem planejamento para retirar as infiltrações internas dos prédios. Segundo ele, parte destes problemas foi resolvido, mas o que ficou não tem como solucionar.

“O estádio foi projetado em 1973, é uma obra bela de arquitetura, mas que foi feito pela metade. Com o decorrer do tempo, nós observamos a deterioração dos dois estádios. Nós não teríamos como ter 500 ou 700 milhões de reais, então nós optamos por fazer uma boa reforma. Tiramos grande parte das infiltrações e hoje onde a água entra, entra por questões do projeto original dos dois estádios”, falou.

Ele ainda salientou que não existe a possibilidade de construir arenas por causa do investimento e por ambos os estádios ter estruturas que vão durar por vários anos. O governador disse que quem construiu arenas, hoje está arrependido.

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